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Testes da vacina de Oxford foram retomados no Brasil; seguem suspensos nos EUA

A vacina de Oxford teve os testes retomados no Brasil

O Laboratório sueco AstraZeneca retomou os testes com a vacina na última segunda-feira (14.09) no Brasil, no entanto, os testes permanecem suspensos nos EUA. O imunizante, que está sendo desenvolvido em conjunto com a Universidade de Oxford é o mais completo até o momento.

Na semana passada, os testes com o imunizante chamado de ChAdOx1 nCoV-19, haviam sido interrompidos em todo o mundo, após uma pessoa ter apresentado reação alérgica.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a volta dos testes no país. Uma vez que o laboratório explicou que já é seguro o recomeço das pesquisas.

Leia também: Vacinas contra o Coronavírus: 25% da população temem a vacinação

Vacina de Oxford
Vacina de Oxford / Fonte: Freepik

Por outro lado, o Ministério da Saúde do Brasil também destacou que tem seguido o padrão internacional de Boas Práticas Clínicas. Ou seja, frisou a importância de manter o foco na segurança dos envolvidos nos testes.

“O Ministério da Saúde reitera ainda que além da vacina da AstraZeneca também acompanha mais de 200 estudos em andamento. O objetivo é encontrar uma solução efetiva e segura para a cura e prevenção da Covid-19. Não serão economizados esforços para disponibilizar aos brasileiros, tão cedo quanto possível, uma vacina eficiente – em quantidade e qualidade para atender a população”, informou o MS por meio de nota.

Leia também: Vacina russa contra a Covid-19 já está em circulação; confira

Vacina de Oxford: entenda como funcionam os testes

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Correia de Medeiros, após confirmada a eficácia da vacina, no Brasil, a prioridade será a população mais vulnerável.

Ou seja, pessoas com comorbidades, idosos, profissionais de saúde e da segurança pública seriam os primeiros a receber a vacina contra a Covid-19, no país.

Por outro lado, se for comprovada a eficácia for de, pelo menos 70%, há grande probabilidade da vacina ser registrada e autorizada, ainda que os testes estejam em andamento.

vacina de Oxford
Lotes de vacina / Fonte: Freepik

A princípio, tendo em vista a urgência pela vacina, a universidade idealizadora, em Oxford, pretende apresentar o imunizante às autoridades regulatórias do Reino Unido até dezembro.

Por fim, outros países, como o Brasil, também entrariam com os registros em caráter emergencial e, se tiverem comprado a vacina, começariam a vacinar. Aqui, a produção será feita na Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que irá receber toda a tecnologia e os insumos.

Fonte: AstraZeneca

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Lina Obaid
Jornalista, graduada pela Unic (2016). Pós graduada em Marketing e Comunicação, pela Faipe (2019). E no momento, estudante de Direito pela Unifama (1° semestre)

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