Teste rápido mais barato da COVID-19 tem patente apresentada pela UFMG

O preço é bem mais em conta do que o atual

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Teste rápido mais barato foi desenvolvido pela UFMG
Teste rápido mais barato foi desenvolvido pela UFMG(Imagem: Reprodução/Júlia Duarte)

R$ 5,00 por cada paciente. Esse é o preço do teste rápido mais barato da COVID-19, o valor da tecnologia que foi desenvolvida pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Este teste identifica se existe a presença dos anticorpos, o que mostra se o indivíduo entrou em contato ou não com o temido vírus.

A Federal, como a universidade é chamada, mostrou nesta semana as primeiras patentes do teste rápido para o novo Coronavírus. Esta tecnologia passou a ser estudada, bem como desenvolvida, assim que a pandemia chegou ao Brasil. O custo, agora conseguido por R$ 5,00 por pessoa, é praticado atualmente por aproximadamente R$ 100,00. Seguindo uma visão prática, o teste pode auxiliar o SUS (Sistema Único de Saúde) com a monitoração do vírus nas escolas e outros locais com risco de disseminação.

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Teste rápido mais barato da UFMG já tem interessados

A produção dos testes já tem dois laboratórios interessados. Tem-se a expectativa de que, após as patentes serem analisadas, a fabricação de kits inicie de imediato para chegar ao público o quanto antes.

Laboratórios já estão interessados na produção dos testes
Laboratórios já estão interessados na produção dos testes (Imagem: Reprodução/Rodolfo Giunchetti)

As doações de pessoas jurídicas e físicas foram imprescindíveis para financiar o início do projeto. Para tal, os pesquisadores fizeram uma campanha online. Assim, um tempo depois, fruto de uma parceria firmada com a Codemge (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais), mais R$ 750.000,00 foram arrecadados para os estudos.

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Outras parcerias foram firmadas para o projeto, tal como entre a UFMG e a UFSJ, Unifenas, bem como UNILA. Todos esses esforços são compensadores pelo simples fato do baixo custo do repasse. Com a alta do dólar e a importação dos insumos, o preço final realmente aumenta. Entretanto, esta tecnologia pode amenizar tal situação.

Dessa forma, os depósitos das patentes estão sendo analisados pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) para, posteriormente, começarem as negociações com os laboratórios para que se consiga produzir o teste rápido mais barato do mercado contra COVID-19.

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