Pesquisa aponta uso excessivo de tranquilizantes: entenda

O uso excessivo pode aumentar a dependência química

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Tranquilizantes
Tranquilizantes: relatório apontou uso mais do que o recomendado Foto - Pixabay

O uso de medicamentos sem receita médica tornou-se um problema de saúde pública em todo o mundo. Um dos grupos farmacológicos que mais cresceu nos últimos tempos foi os tranquilizantes. E essa constatação é de um relatório americano divulgado em 2019, mas que é atual, e que também aponta os riscos de tomar esse medicamento em excesso. Acompanhe mais no Saúdelab sobre esse levantamento.

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Relatório americano apontou aumento do uso de tranquilizantes

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Tranquilizantes: relatório apontou uso mais do que o recomendado Foto – Pixabay

Um relatório divulgado em 2019 pelo Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, apontou que os benzodiazepínicos (tranquilizantes) estão envolvidos em um terço de todas as overdoses fatais de opioides (medicamentos para aliviar dor). As drogas também estiveram envolvidas em quase dois terços das overdoses ligadas ao opioide sintético letal fentanil.

O relatório analisou dados de 2017-2018 de 25 estados. Somente em 2019, mais de 92 milhões de prescrições foram escritas para benzodiazepínicos.

Por isso, os pesquisadores destacam que é necessário considerar os riscos e benefícios da prescrição de cursos mais longos desses medicamentos.

Ao tomar tranquilizantes, desenvolve-se muita dependência

Atualmente, a rotina acelerada é responsável por mais e mais pessoas sofrendo da temida ansiedade ou estresse. No passado, a sociedade seguia em uma velocidade diferente. Hoje, tudo isso mudou.

Temos muitas tarefas a cumprir que se transformam em responsabilidades que não podem ser adiadas.

Dessa forma, o corpo fica muito sábio e quando ele não consegue mais alertar a pessoa através dos sintomas do estresse. Por isso, o uso de tranquilizantes está se tornando cada vez mais comum.

Ao mesmo tempo, a pessoa toma e, quanto mais o tempo passa, vai ser muito difícil parar os comprimidos, mas não impossível. Para poder abandonar estes comprimidos tem que reduzir gradativamente as doses e não o fazer de forma abrupta, isso é o pior a fazer!

Tolerância no uso de tranquilizantes

Outro aspecto que deve ser destacado é a tolerância que possuem. A pessoa que toma esse tipo de medicamento há muito tempo percebe que cada vez o efeito diminui.

Definitivamente, muitos são os que, num círculo vicioso, aumentam eles próprios a dose sem consultar um médico. Isso não pode ser feito em nenhuma circunstância.

Em outras palavras, o cérebro se acostuma com a pílula e não consegue discernir a injeção. Física e psicologicamente, você começará a desejar mais doses para poder ter o mesmo prazer que sentia no início.

Enfim, você precisa ir ao especialista continuamente para que tudo isso não aconteça.

Portanto, vale o cuidado. E quando necessário, uma consulta ao médico.

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