Criar fundo de emergência pode ser forma de não ficar negativado no SPC e Serasa

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Criar fundo de emergência pode ser forma de não ficar negativado no SPC e Serasa -Fonte da imagem: Freepik

Uma das maiores causas da negativação do CPF no SPC e Serasa e em outros birôs de crédito é a falta de um planejamento financeiro adequado, o que incluiria criar um fundo de emergência. De fato, muitas pessoas acabam ficando financeiramente complicadas por conta de imprevistos, como doença na família ou desemprego.

Contudo, esse tipo de situação poderia ser facilmente contornada se houvesse o hábito de poupar dinheiro, para deixá-lo armazenado em um fundo emergencial. Ele pode livrar o sujeito de negativações em órgãos de proteção ao crédito.

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Por que ter um fundo de emergência é importante e útil para não negativar no SPC/Serasa?

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Criar fundo de emergência pode ser forma de não ficar negativado no SPC e Serasa: Freepik

Com efeito, imprevistos acontecem. E essa situação anormal pode demandar gastos extras, que por sua vez podem resultar no nome sujo no SPC e Serasa, em função da inadimplência.

Contudo, se houver um preparo para potenciais situações de risco, isso pode ser evitado ou ao menos minimizado. Aliás, é esse o propósito de se criar fundo de emergência.

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Economizar ao menos uma certa quantia de dinheiro todo mês é fundamental. De fato, esse valor poupado servirá como um fundo para situações extraordinárias. Com ele, é possível lidar com despesas inesperadas e momentos de crise.

Toda e qualquer pessoa, independentemente do tipo de trabalho ou fluxo de renda, pode e deve criar o seu fundo emergencial. Basta, para isso, fazê-lo da forma correta.

Como criar um fundo de emergência?

O passo a passo abaixo mostrará qual a melhor maneira de criar um fundo de emergência, a fim de se evitar ficar com o nome sujo na praça.

Listagem dos gastos e receitas

Antes de mais nada, é preciso por no papel o quanto se tem de gastos no mês e o quanto se ganha, no total.

Esse controle deve detalhar as despesas de pelo menos 3 meses.

Definir as despesas fixas e essenciais e as acessórias

Logo depois de esclarecer tudo o que entra e sai no mês, é fundamental efetuar uma análise profunda e detalhada.

Deve-se determinar aquilo que é uma despesa essencial e fixa e aquelas que são acessórias, ou seja, eventuais.

Se for o caso, deve-se cortar alguns gastos considerados supérfluos, priorizando aquilo que realmente é importante.

Determinação do valor a ser economizado

Com efeito, após o cumprimento das etapas anteriores, irão sobrar alguns recursos, que por sua vez podem ser poupados. É importante determinar uma quantia fixa mensal que pode ser poupada.

Quanto mais puder ser poupado, melhor. No entanto, mesmo que só se possa poupar pouco, este é um passo crucial para a composição do fundo emergencial. É preciso disciplina.

Precaução é o melhor remédio

Criar fundo de emergência é uma excelente forma de se precaver contra situações de despesas inesperadas e, consequentemente, a negativação do CPF no SPC e Serasa. Contudo, é preciso fazer algumas ressalvas.

O fundo emergencial deve ser usado para quando realmente se tem uma emergência. Não se aconselha gastá-lo para caso se queira comprar algo, como uma TV nova, por exemplo.

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Ele pode e deve ser usado realmente quando há um imprevisto ou situações muito críticas. Poupando esse recurso para quando é de fato necessário, a pessoa dificilmente passará aperto fora de controle.

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