Para evitar desconfiança na vacina contra o Coronavírus farmacêuticas lançam comunicado

A declaração é de um grupo de nove empresas que inclui Moderna, AstraZeneca e a colaboração contínua entre a Pfizer e a BioNTech.

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Desconfiança na vacina contra o Coronavírus
Desconfiança na vacina contra o Coronavírus. Foto: Freepik.

Desde que que iniciou a pandemia pelo novo Coronavírus, em março deste ano, a expectativa em torno do controle da doença é um dos temas mais discutidos na sociedade. No entanto, a desconfiança na vacina contra o Coronavírus têm ganhando igual destaque. Para reduzir o impacto dessas dúvidas, os laboratórios farmacêuticos tomaram um atitude em conjunto. Leia a seguir, no SaúdeLab.

Um grupo de empresas farmacêuticas planejam, no início dessa semana, declarar que não irão lançar nenhuma vacina que não siga os rigorosos padrões de eficácia e segurança. Inclusive, os grupos competem para estar entre as primeiras a desenvolver vacinas contra o coronavírus.

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Trabalho em conjunto para amenizar a desconfiança na vacina contra o Coronavírus 

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Vacina Covid-19: Empresas farmacêuticas querem garantir a segurança por meio de declaração Foto – Pixabay

A declaração se juntaria a um número crescente de declarações públicas de executivos da indústria. Nos comunicados reiteram que não estão economizando em seus testes rápidos e fabricação de vacinas. Assim, um rascunho inicial da publicação conjunta promete priorizar a segurança das pessoas vacinadas e reduzir a desconfiança na vacina contra o coronavírus.

“Acreditamos que essa promessa ajudará a garantir a confiança do público nas vacinas Covid-19 que podem ser aprovadas e a adesão ao rigoroso processo científico e regulatório pelo qual são avaliadas” – diz o porta-voz do grupo de laboratórios farmacêuticos.

Confiança na criação de uma vacina

A iniciativa busca apaziguar aqueles que veem com ceticismo o rápido avanço dos ensaios clínicos para o desenvolvimento de uma vacina. Aliás, o processo, que normalmente leva anos. Assim, muitos temem que esses projetos possam ser acelerados por motivos políticos, em detrimento da possível segurança ou eficácia do produto. Desta forma, tudo isso contribui para a desconfiança na vacina contra o coronavírus.

O grupo de nove empresas, entra elas a Moderna, AstraZeneca e a colaboração contínua entre a Pfizer e a BioNTech que, aparentemente, avançaram para testes clínicos em estágio final e cujas vacinas candidatas provavelmente serão consideradas para aprovações de emergência em nos próximos meses.

Os cientistas estão correndo em velocidade recorde para desenvolver uma vacina que possa acabar com a pandemia. Seguindo a mesma lógica, o FDA , da qual dependerá a aprovação de uma vacina no país, também estão considerando a emissão de outra declaração conjunta para deixar clara a necessidade de olhe para a ciência, e não outros critérios, ao dar luz verde à vacina.

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