1ª Vacina brasileira contra COVID: UFMG inicia cadastro de voluntários hoje

Saiba agora os detalhes e como fazer para participar dessa conquista do Brasil

A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) está na fase de testes da 1ª vacina brasileira contra a COVID-19 feita totalmente no Brasil. Diante da dificuldade de doses para imunizar os brasileiros, os pesquisadores se reuniram para trazer mais essa conquista à saúde do Brasil. Confira agora a divulgação sobre o cadastro de quem deseja participar da fase de testes da SpiN-TEC MCTI. Saiba mais, aqui no SaúdeLAB.

Testes da 1ª vacina brasileira contra COVID-19

Os detalhes para os cadastros que desejarem fazer parte do projeto de testes da 1ª vacina brasileira contra \covid-19 deverão seguir rigorosamente vários critérios pré-definidos pelos pesquisadores. Sendo assim, veja a seguir alguns detalhes das fases, sendo cada com uma com suas especificidades.

Fase 1

  • idade: ser maior de 18 e no máximo 85;
  • totalmente saudável;
  • ter se vacinado (2 doses de Coronavac e 1 de reforço da Pfizer);
  • não estar grávida ou amamentando;
  • ser morador de BH entre outros.

Fase 2

  • O limite de idade é mantido (entre 18 e 85 anos);
  •  ser saudável;
  • estar vacinado (CoronaVac ou da Astrazeneca) e uma ou duas doses de reforço da Pfizer ou AstraZeneca;
  • morador de Belo Horizonte durante os 12 meses de estudo.

Assim, a pré-seleção conta com avaliação médica, além disso fazer exames laboratoriais e só depois, concluir se a pessoa está apta de acordo com os critérios de cada fase.

Enfim, conforme divulgado, que desejar participar da fase de testes em humanos poderá acessar o portal da UFMG nesse link e fazer sua inscrição.

Acompanhamento

É importante saber que “se a pessoa for elegível para o estudo, será convidada a receber a vacina SpiN-TEC MCTI UFMG. Ela comparece para a vacinação no dia marcado, faz os procedimentos e fica em observação por até uma hora. Depois, já está liberada para ir para casa. Faremos o monitoramento ao longo de 12 meses”, explica Helton Santiago, um dos coordenadores da pesquisa da 1ª vacina brasileira contra COVID-19.

Após a conclusão das 1 e 2 serão confeccionados relatórios para dar prosseguimento à terceira e última etapa dos testes.

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Fonte: Portal UFMG

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