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Dieta baseada em plantas: Nutricionista apresenta 5 orientações para iniciar
Mudar o que colocamos no prato vai muito além de uma escolha estética ou nutricional; trata-se de uma decisão que pode impactar a nossa saúde, o bem-estar animal e o futuro do meio ambiente.
A transição de uma dieta onívora para uma alimentação baseada em plantas pode ser um processo leve e prazeroso, desde que haja atenção à qualidade, à variedade e ao equilíbrio dos alimentos consumidos.
Se você deseja dar esse passo, mas não sabe por onde começar, confira cinco orientações essenciais para guiar sua jornada.
1. Entenda o seu “porquê”
Antes de mudar o cardápio, reflita sobre as motivações por trás dessa decisão.
Elas podem envolver questões de saúde, valores pessoais, aspectos sociais ou preocupações ambientais.
Ter clareza sobre esses motivos ajuda a manter o foco e a constância ao longo do processo.
2. Vá no seu ritmo
A transição não precisa acontecer do dia para a noite; ela pode — e muitas vezes deve — ser gradual.
Uma porta de entrada bastante conhecida é o movimento Segunda Sem Carne, que propõe retirar a proteína animal do prato apenas uma vez por semana, permitindo experimentar novos sabores e preparações sem pressão.
3. Explore a cozinha e novos sabores
Aprender a preparar os próprios alimentos pode ser um processo libertador.
Dedique-se a descobrir combinações saborosas que não dependam da proteína animal, explorando temperos naturais, diferentes texturas e preparações que tragam prazer e satisfação ao paladar.
4. Valorize o que é nosso
O Brasil possui uma biodiversidade alimentar riquíssima.
Aproveitar a variedade de frutas, legumes, grãos e sementes disponíveis no país é uma forma de diversificar os nutrientes da alimentação e, ao mesmo tempo, apoiar a produção local.
5. Priorize o alimento de verdade
Sempre que possível, dê preferência a alimentos in natura ou minimamente processados.
Optar por produtos orgânicos pode ser uma escolha interessante do ponto de vista ambiental e de redução da exposição a agrotóxicos, especialmente quando adquiridos em feiras locais, fortalecendo a agricultura familiar e garantindo alimentos mais frescos no dia a dia.
A jornada da carne para as plantas é também uma transformação social e cultural, que pode promover diferentes formas de bem-estar.
Lembre-se de que cada pequena escolha conta e que o segredo de uma transição bem-sucedida está em focar na variedade e na abundância de novos alimentos que entram no prato — e não apenas no que fica para trás.
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