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Fevereiro Roxo: o papel do canabidiol no cuidado de lúpus, fibromialgia e Alzheimer
O Fevereiro Roxo é um movimento nacional de conscientização sobre doenças crônicas que não têm cura, como o lúpus, a fibromialgia e o Alzheimer. A campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, do tratamento contínuo e, principalmente, do cuidado integral com a qualidade de vida dos pacientes.
Nos últimos anos, novas abordagens terapêuticas vêm ganhando espaço no apoio ao tratamento dessas condições, e entre elas está o canabidiol (CBD), que tem sido cada vez mais estudado podendo atuar como um aliado complementar no manejo de sintomas dessas doenças, podendo ajudar a aliviar os desconfortos e melhorar o bem-estar de alguns pacientes.
Canabidiol e lúpus
O lúpus é uma doença autoimune caracterizada por inflamações crônicas que podem atingir diferentes órgãos e sistemas do corpo. Dor articular, fadiga intensa e inflamação persistente fazem parte da rotina de muitos pacientes.
O canabidiol tem sido investigado por possíveis efeitos anti-inflamatórios e analgésicos, podendo auxiliar no controle da dor em alguns pacientes e reduzir desconfortos associados à inflamação crônica, sempre como parte de um plano terapêutico individualizado.
Fibromialgia
A fibromialgia é marcada por dor generalizada, sensibilidade aumentada, distúrbios do sono, ansiedade e fadiga. Por ser uma condição multifatorial, o tratamento costuma envolver diferentes abordagens.
O CBD pode ajudar no alívio da dor, na melhora da qualidade do sono e na redução da ansiedade em parte dos pacientes. Alguns estudos sugerem que o canabidiol pode ajudar a modular a percepção da dor, proporcionando mais conforto no dia a dia.
Alzheimer
No Alzheimer, doença neurodegenerativa progressiva, os desafios vão além da perda de memória, incluindo alterações comportamentais, agitação, ansiedade e distúrbios do sono.
O canabidiol tem sido estudado por possíveis propriedades neuroprotetoras e anti-inflamatórias, podendo auxiliar no controle de sintomas comportamentais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida tanto dos pacientes quanto dos cuidadores.
O Fevereiro Roxo reforça a importância da informação, da empatia e do cuidado contínuo com quem convive com doenças crônicas.
Falar sobre novas possibilidades complementares de cuidado é ampliar o olhar para um tratamento mais humanizado, focado não apenas na doença, mas na qualidade de vida do paciente.
Cada paciente é único, e a indicação, dosagem e forma de uso devem ser avaliadas individualmente e sempre com acompanhamento médico.
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