Vacina de Oxford foi adiada para janeiro; saiba mais

O Brasil tem prioridade para receber os insumos; entenda

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Vacina da Astrazeneca / Foto: Uol
Vacina da Astrazeneca / Foto: Uol

As primeiras doses da vacina de Oxford deverão sair em janeiro de 2021. O prazo foi adiado por 30 dias, conforme afirmou o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta sexta (02.10).

A princípio, a previsão era de que a vacina de Oxford seria entregue ao Brasil em duas partes: 15 milhões de doses em dezembro deste ano, e outras 15 milhões em janeiro do ano que vem.

Entretanto, o cronograma sofreu alterações. Pazuello, explica que há uma cláusula no contrato com o laboratório Astrazeneca que permite adiantar a entrega para dezembro. Mas isso depende do andamento dos testes da vacina, que hoje estão na fase 3.

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Vacina de Oxford / Fonte: Reprodução da internet
Vacina de Oxford / Fonte: Reprodução da internet

Mudanças no cronograma da Vacina de Oxford

Contudo, o ministro ainda explica que a fabricação em território nacional veio para favorecer a antecipação dos lotes, no país.
“O cronograma final da vacina de Oxford ficou para janeiro. E, na sequência, 70 milhões de insumos de farmacológicos chegam para fabricação no Brasil, pela Fiocruz. Há uma cláusula no contrato permitindo o adiantamento das fases”, explicou.

Por outro lado, o responsável pela saúde federal explicou que não tem controle sobre a velocidade de aprovação da vacina de Oxford. E explicou que isso depende unicamente dos dados e estudos enviados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Uma vez aprovada a vacina com registros internacionais cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação, a aceleração de fases, etc, eu não tenho essa posição hoje, essa posição é da Anvisa. Nós vamos esperar a Anvisa se posicionar e assim que tivermos autorização e tivermos a Vacina, começamos a vacinar. É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir, elas fazem parte do PNI (Programa Nacional de Imunização), elas são para todos os brasileiros”, frisou o ministro.

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Vacina de Oxford / Foto: Reprodução da internet
Vacina de Oxford / Foto: Reprodução da internet

Brasil tem prioridade

Além disso, integrantes do governo federal apontam que o principal motivo do adiamento da entrega das doses da vacina foi um pedido do próprio laboratório Astrazeneca, que teve uma demanda mundial muito elevada.

De acordo com os relatos, o Brasil teria prioridade para receber as doses da vacina. O país está em uma boa posição para receber as doses assim que estiverem prontas e com os testes finalizados.

Por fim, o governo federal liberou, por meio de medida provisória, R$ 1,9 bilhão de reais para a compra e transferência de tecnologia para produção local da vacina de Oxford/Astrazeneca no ano que vem, pelo Instituto Biomanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Fonte: CNN

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